sexta-feira, 10 de abril de 2015

CDL Braço do Norte - voltando às origens!

Foto por CDL Braço do Norte
 
Ao conhecer a cidade de Braço de Norte, retornei às origens da minha família de sobrenome Collaço, que ajudou a fundar a cidade e que em 1826 se chamava Collaçopolis. Só mais tarde, em julho de 1928, é que cidade recebeu o nome definitivo de Braço do Norte. 
 
E com esta presença carregada de história, fui recebida com carinho pela equipe da CDL Braço do Norte para ministrar o workshop "O consumidor do futuro e as mídias sociais"  para cerca de 45 participantes, curiosos e interessados em saber mais sobre este novo contexto em que estamos vivendo. 
 
Foto: Acervo pessoal
 
Para o filósofo francês Pierre Lévy, autor de vários livros sobre cultura virtual contemporânea, e referência importante nos estudos de Educação e Comunicação, vivemos diante de um dilúvio informacional 'infinito' que só tende a crescer. Há dois anos foi feito um levantamento de que se resolvêssemos assistir todo o conteúdo audiovisual postado só no youtube, levaríamos pelo menos uns 2000 anos para assistir tudo. E estamos falando só do youtube! Impossível dar conta de tanto conteúdo, não?!
 
Levy utiliza a metáfora da Arca de Noé para exemplificar o desafio diário que temos de selecionar o que 'salvaremos' na nossa arca de conteúdo e o que deixaremos 'afundar', e isto vale para as instituições, que se não reinventarem as suas práticas, marcando presença no universo virtual e criando um forte vínculo com seu público, poderão afundar neste grande universo informacional, onde o consumidor também produz conteúdo e onde as lojas virtuais ganham cada vez mais força em todo o mundo.
 
Foto por CDL Braço do Norte
 
Alguns participantes questionaram 'como dar conta de marcar presença e atender todas as interações que ocorrem na rede' e salientei que é preciso se organizar e alimentar canais de mídias sociais com conteúdo de qualidade e constante interação, ou corre-se o risco de afundar nos feeds infinitos de conteúdo e deixar o consumidor insatisfeito. Ou marque sua presença ou é melhor não criar páginas e perfis 'fantasmas' que não instigam interação.
 
Talvez administrar apenas um canal com bastante qualidade seja a alternativa para aqueles que não podem investir muito inicialmente. Ou então promover ações que valorizem o conteúdo já gerado pelo próprio consumidor, em blogs, fotos do Instagram e até dicas colocadas em apps como o Foursquare e TripAdvisor.
  
Foto: Acervo pessoal
 
As mídias sociais potencializaram a VOZ do consumidor, que satisfeito ou não, escreve em escala 'global', no caráter de rede de contatos, o que pensa, sente e acha sobre determinado produto ou serviço. Cabe agora às instituições tirarem proveito e exercerem a ESCUTA, pensando estrategicamente em como aproveitar a boa visibilidade que o consumidor espontaneamente cria ou contornando crises quando a repercussão é negativa.
 
Não sabe como fazer isso?! Veja o caso da rede de fast food Spoleto, título de um vídeo que satiriza o atendimento que costuma ocorrer no estabelecimento e que lançou o Porta dos Fundos como canal popular de humor na internet, abrindo um mercado de produção de conteúdo patrocinado de uma forma que ainda não existia.
 
 
Ao invés de processar o grupo ou mandar retirar o vídeo do ar, como muitas instituições fazem, a empresa transformou a visibilidade 'negativa' em positiva, patrocinando um segundo vídeo, que admite que esse tipo de atendimento acontece, mas que eles não gostariam que se repetisse. Genial, não?! 
 
 
Esse é um belo exemplo de como as instituições vem se comportando ao valorizar a voz do consumidor que agora se expressa e MUITO através das mídias sociais.
 
Vai ficar fora dessa? Reinvente-se!!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Case de sucesso: Casa de verão FARM


Em 2014, tive a oportunidade de participar do SHARE em Curitiba, um dos eventos mais importantes sobre mídias sociais do país. Trazendo uma série de profissionais do mercado publicitário e da comunicação com cases de sucesso, destacou-se entre eles André Carvalhal com seu caseCasa de Verão FARM, que utilizou como estratégia a criação de vínculo afetivo com seu público, como defende Henry Jenkins no livro "A cultura da convergência", resultando em criação de conteúdo exclusivo e diversas parcerias. 

Ao invés de focar em anúncios nas mídias sociais como alguns empresas vem fazendo, eles criaram uma casa, convidaram garotas (blogueiras) influentes, proporcionaram experiências incríveis e elas geraram conteúdo exclusivo nas mídias sociais pessoais, disseminando a marca por todo o país.

Pensar publicidade hoje não é mais entupir a tela do computador ou do smartphone do usuário, como se faz/fazia na tv, que pode tranquilamente ignorar um conteúdo que não quer consumir. Mas se uma marca proporcionar conteúdo de qualidade, que ele possa tirar proveito, ou até experiências únicas, o próprio consumidor irá disseminar a marca e seus respectivos produtos e serviços.

Espero que este case inspire você a repensar em novas estratégias, diferentes daquelas aplicadas nas mídias tradicionais. O consumidor não é mais passivo, ele colabora, interage e tem autonomia de escolher o que quer consumir. Exerça a escuta e tire proveito! =)

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Curso: Facebook marketing na prática!


Para os interessados em se aprofundar no uso do Facebook como estratégia de vendas e negócios, segue dica de curso no formato presencial e online. 

Mais informações aqui

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

CDL Maravilha - oxigenando ideias!

No início de setembro tive o prazer de conhecer um pouquinho da cidade de Maravilha, durante o 2° Fórum Empresarial organizado pela Associação Empresarial de Maravilha, que me convidou para falar sobre "O consumidor do futuro e as mídias sociais". 



Tive o desafio de apresentar um breve panorama sobre o novo perfil de consumidor que vem se apresentando e sua relação com as mídias sociais, em apenas 1 hora e com uma plateia cheia de colaboradores, gestores e empresários da cidade e das proximidades, interessados em saber um pouco mais sobre o assunto. 


Em uma das minhas falas, ao questioná-los sobre sua familiaridade com o Foursquare e Instagram, pensados para smartphones e tablets, a maioria dos presentes desconhecia estes aplicativos, e ações que algumas instituições já vem fazendo de maneira estratégica para atuar com seu público- alvo. 

O Foursquare é uma mídia social que permite a interação de usuários interessados na descoberta de novos lugares, espalhados pelo mundo. Nesta plataforma, os consumidores marcam presença, através de check-ins em seus lugares preferidos, interagem com outros consumidores que gostam (ou não) dos mesmos lugares, e deixam opiniões, fotos, dicas e sugestões sobre os lugares frequentados. Mais informações sobre, aqui.


Vale lembrar que o Foursquare passou por uma modificação, e agora atua em parceria com outro aplicativo chamado Swarm, onde atualmente os check-ins são feitos. 


Uma das ações apresentadas neste workshop era promovida pelas Livrarias Saraiva, que numa determinada época, anunciavam descontos de 5% nos check-ins e 20% para quem tivesse 'prefeitura' (líder nos check-ins do local) no app. Descontos beneficiam os usuários, apresentam-se como diferencial e geram concorrência entre os próprios consumidores, como os lojistas já sabem muito bem, mas agora, o usuário conectado também é beneficiado, e seu check-in gera um rastro que pode ser mensurado para saber o quanto da estratégia aplicada foi eficaz e atingida.

Além disso, se o usuário se sentir lesado em algum estabelecimento, ele pode exercer sua voz com reclamações no seu perfil do foursquare, que tem um valor altíssimo para outros usuários, e cabe aos colaboradores e instituições, aproveitar este espaço para contornar colocações negativas e gerenciar situações de crise. 

Outro exemplo apresentado era da Hamburgueria Coisa de Cinema de Balneário Camboriú, que dava descontos de 20% para o primeiro check-in do cliente no estabelecimento há cerca de 2 anos. Atualmente eles fazem este desconto, mas agora com interação via Facebook.


Já o Instagram é semelhante ao twitter, mas ao invés de textos, o foco do aplicativo é a postagem de fotos e vídeos de até 15 segundos. Esta mídia social tem revolucionado a maneira das pessoas se expressarem através do universo das imagens. 



O diferencial está na valorização das produções de imagens dos usuários, como é o caso da 1Quarto, considerada a 1° produtora de vídeos de humor para o Instagram, seguindo os passos dos pioneiros Porta dos Fundos e seu conteúdo de humor no youtube. São amigos e profissionais que se reúnem para gerar conteúdo e suas produções acabam se tornando ideias de negócios. 

A 1Quarto já existe há mais de 1 ano e atualmente produz vídeos patrocinados por empresas, como este aqui da Churrascaria Imperador


video

Eles também oferecem um número de celular para ser adicionado no Whatsapp, onde você recebe os vídeos de forma exclusiva, com a possibilidade de compartilhar entre seus amigos (uma febre atual), ampliando o alcance de suas produções.

Estes foram alguns dos exemplos apresentados no workshop para oxigenar as ideias dos participantes, ainda não familiarizados com novas formas de expressão e interação do público, agora cada vez mais participativo, ativo e ciente de que tem um espaço de voz cada vez maior. 

Caberá a todas as instituições, acompanharem este processo que a Era Digital tem proporcionado e protagonizado nos últimos 30 anos, valorizando a voz poderosa dos consumidores atuais.

O novo consumidor elogia e reclama nas mídias sociais, produz fotos e vídeos sobre sua vida e sua relação com as coisas que gosta (comidas, roupas, lugares, pessoas), pesquisa antes de comprar, valoriza muito mais a opinião de seus fãs, seguidores e/ou amigos, do que os constantes anúncios que ainda se fazem presentes ao nosso redor.

Bora exercer a 'escuta'  e pensar estrategicamente nela?
  

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Educação & Comunicação - Livros bacanas!!

Se você se interessa por assuntos como 'mídias sociais' e 'consumidores do futuro', ou de maneira mais ampla, por 'educação e comunicação', conheça algumas referências bacanas para se aprofundar mais nestes conteúdos e possíveis relações.


Mídia-Educação de Mônica Fantin (2006)

Neste livro, a pesquisadora e professora Mônica Fantin (UFSC) defende a importância da relação entre educação e comunicação, e apresenta a mídia-educação como um campo, disciplina e prática social, além de discutir a formação do profissional do mídia-educador. Para ela, trabalhar com o cinema em sala de aula se apresenta como uma excelente alternativa de educação com, sobre e através dos meios.

Ela é uma, entre diversos pesquisadores no Brasil e no Mundo, refletindo sobre a Era Digital e os caminhos para a Educação neste processo de transição que vivenciamos nos últimos 30 anos.

Diário de Classe - a verdade de Isadora Faber (2014)

Neste livro, a adolescente de 15 anos Isadora conta como teve a ideia de criar a fanpage Diário de Classe para reivindicar melhorias na escola pública aonde estudava (Florianópolis - SC) e como sua ação repercutiu no Brasil e no mundo, tornando-a um importante ícone desta nova era e consagrando-a como uma web-ativista da Educação. 

Cibercultura de Pierre Levy (1999)

Aqui, Levy traz reflexões sobre a Era Digital e compara o contexto atual com a fábula de Noé da Bíblia. O dilúvio são as informações que nos cercam, e o questionamento é do que salvar na arca, e que irá sobreviver a este dilúvio. Dilema para a humanidade e dilema para cada um de nós.

Levy diz que para entendermos as novas relações com o saber é preciso estar atento às rápidas mutações que estão acontecendo. Ele diz que é a primeira vez na história da humanidade que as competências que uma pessoa adquire na sua formação profissional estarão obsoletas no final de sua carreira. “Trabalhar quer dizer, cada vez mais, aprender, transmitir saberes e produzir conhecimentos.”

Crescer na era das mídias eletrônicas de David Buckingham (2007)

Neste livro, Buckingham nos fala sobre as transformações atuais nas concepções de infância diante do surgimento das mídias eletrônicas. Eles apresenta duas linhas de pensamento essencialistas e opostas, sintetizadas pela ‘morte da infância’, visão que considera as mídias culpadas pelo fácil e desenfreado acesso à informação e conhecimento, nem sempre ‘adequados’ aos que ainda 'não pertencem' à vida adulta (crianças e jovens); e a visão otimista da relação das crianças em sua ‘geração eletrônica’, agora ativas e produtoras de cultura, através das mídias.

Para ele, é um processo irreversível, porém a grande preocupação não deveria ser com o conteúdo (controle e regulação), mas com a participação e preparação das crianças neste processo.

Cultura da convergência de Henry Jenkins (2009)

Este livro se divide em 6 capítulos com uma rica introdução, posfácio e glossário. É completamente atual, e é uma referência para diversos segmentos do mercado e da pesquisa acadêmica. O autor estabelece relações entre conceitos contemporâneos com produtos culturais de mercado super conhecidos, como a franquia Matrix, Harry Potter, realitys shows Survivor e American Idol, além de falar do Photoshop e youtube, entre outros exemplos em textos extras.

O livro fala sobre o estado atual das mídias no mundo hoje. Mudanças ocorreram e continuam ocorrendo constantemente. É preciso compreender uma nova língua sobre este assunto. O autor tem o objetivo de “ajudar pessoas comuns a entender como a convergência vem impactando as mídias que elas consomem, e ao mesmo tempo, ajudar líderes da indústria e legisladores a entender a perspectiva do consumidor a respeito dessas transformações.” Ele pretende “descrever algumas das formas pelas quais o pensamento convergente está remodelando a cultura popular americana, e em particular, como está impactando a relação entre públicos, produtores e conteúdos de mídia” 

“As velhas mídias não morreram. Nossa relação com elas é que morreu. Estamos numa época de grandes transformações, e todos nós temos três opções: temê-las, ignorá-las ou aceitá-las.”  

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Palestra CDL Florianópolis - Público participativo!

Na quinta-feira passada, tive o prazer de conhecer a equipe da CDL Florianópolis, para ministrar mais uma vez o workshop "O consumidor do futuro e as mídias sociais", que venho aperfeiçoando cada vez mais, e também tive a oportunidade de conhecer alguns associados, que formaram um modesto público de cerca de 40 participantes, mas com uma ótima participação e com colocações riquíssimas sobre o assunto do workshop, tão em pauta atualmente.


Preparar-se para esta nova era digital em que vivemos é fundamental para se 'salvar' do dilúvio informacional que só tende a crescer. Usar estrategicamente as mídias sociais para criar vínculo afetivo com o consumidor e exercer a escuta, foram alguns dos aspectos colocados no workshop. 

Alguns participantes complementaram a fala sobre uso estratégico dos blogs, lembrando de como as blogueiras, que produzem conteúdo sobre moda, tem revolucionado este mercado, que precisará se reinventar, de acordo com a nova participação e interação do público interessado no assunto, cada vez mais veloz e organizado.

Confira algumas matérias sobre o assunto:


E outros participantes debateram sobre casos em que o lojista teve que fechar as portas ou recebeu visibilidade super negativa, após fazer mau uso das redes sociais, discutindo e destratando clientes, casos estes, que ganharam repercussão global!

Cautela, cuidado, atenção, fala, voz, escuta, estratégia, planejamento e preparo, foram algumas das palavras usadas na noite do dia 07 de agosto, e espero que continuem ressoando positivamente nos pensamentos daqueles que participaram do workshop com tanto entusiasmo!

Obrigada à equipe CDL Floripa e a todos os participantes! =) 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O Papa é pop e usa twitter!

A Igreja é umas das mais antigas instituições da história da humanidade, além da família e da escola, por exemplo. E independente de nossas crenças e ideologias, é preciso admitir que ela também atua com um público, e para não ficar defasada, precisa aprender a lidar com a nova era digital.

Imagem: Acervo pessoal

A questão que você deve se perguntar é porque você, enquanto instituição, seja família, escola, loja e empresa, ainda não conhece e nem usa o twitter (ou qualquer outra mídia social), se até o PAPA, que é uma entidade aparentemente considerada bem conservadora, usa?

O uso do twitter pela Igreja Católica para contagiar os fiéis mais novos e internautas, é mais um exemplo e reflexo da transformação que estamos vivenciando. Acreditar e investir apenas num público fiel e tradicional, não usuário de mídias sociais, é não se atualizar perante o novo contexto aonde estamos inseridos.

Se nós quisermos estar preparados para lidar com as crianças e jovens do futuro que eles mesmos vem construindo através de suas novas relações de consumo e produção de conteúdo e cultura, nós também precisamos minimamente, experimentar os ambientes virtuais aonde ocorrem estas relações e comunicações.


Se antes o Papa proferia suas palavras de conforto e sabedoria diante de milhares de fiéis, presenciais ou dispostos diante de televisores e rádios, agora ele dá continuidade ao seu trabalho, proferindo mensagens de até 140 caracteres, curtas mas de grande impacto, ao atingir um público ainda maior, não só diante dos computadores, mas movendo-se em qualquer lugar do planeta e acessando conteúdo através de seu smartphone e a internet móvel.

Se até a mais antiga instituição já vem acompanhando o processo de transição das velhas paras as novas mídias, e dos velhos para os novos hábitos, porque você vai continuar se recusando a experimentar o novo e se arriscar a afundar num grande dilúvio informacional que só tende a crescer?!

Se você for um profissional, ATUALIZE-SE, pois saber fazer uso de mídias sociais será um pré-requisito num futuro bem próximo.

Se você for uma instituição, como a família, por exemplo, ATUALIZE-SE, pois seus filhos saberão fazer uso das novas tecnologias e mídias, e você não estará preparado para acompanhar este uso e direcionar da maneira mais adequada possível. Proibir e recusar não será solução!

Se você for uma empresa ou dono de uma loja, ATUALIZE-SE, pois o seu consumidor (do futuro) pesquisa antes de comprar, tenderá a consumir sem ao menos sair de casa, reclama e elogia em escala global e dá mais importância para a voz ativa de outros consumidores do que para seus anúncios e propagandas. 

Imagem: Acervo pessoal - Oficina de Cinema em 2013.

Palavra de uma professora, entre muitas que pipocam pelo mundo, que ensina a linguagem audiovisual para novas e velhas gerações, e utiliza intensamente novas tecnologias e mídias em sala de aula, principalmente os celulares. E que acredita que se um professor não fizer isso, não conseguirá atrair a atenção e interesse do aluno, totalmente voltados para o conteúdo que cabe na palma da sua mão. Saber tirar proveito disso é a melhor estratégia que se pode usar atualmente! =)
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